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Saúde

Indaiatuba prorrogará a Campanha de Vacinação contra a Poliomielite até o próximo dia 28. Até hoje (20), foram vacinados 10.759 crianças. Os números representam 87,4395% das 12.305 crianças dentro da faixa etária existe em Indaiatuba. A meta é vacinar pelo menos 95% e para isso a Secretaria Municipal de Saúde conta com a colaboração dos pais para que levem seus filhos de 6 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias até o dia 28 de junho em uma Unidades Básicas de Saúde, exceto Ambulatório da Mulher e UBS 4. (Confira abaixo os locais de vacinação). É obrigatório levar a carteirinha de vacinação para crianças até dois anos de idade. ENTENDA A CAMPANHA DESTE ANO – A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite será realizada somente em uma etapa. No ano passado, todas as crianças até 5 anos incompletos participavam. Já neste ano, o público-alvo da campanha são as crianças a partir dos 6 meses, que tomam a vacina oral (VOP), as chamadas gotinhas. Isso porque as menores de 6 meses já estão sendo vacinadas com a vacina injetável (VIP) nos postos. VACINA ORAL – Vale lembrar que não existe tratamento para a poliomielite e somente a prevenção, por meio da vacinação. A vacina protege contra os três sorotipos do poliovírus 1, 2 e 3. A eficácia da imunização é em torno de 90% a 95%. Ela é recomendada mesmo para as crianças que estejam com tosse, gripe, coriza, rinite ou diarreia. A vacina é extremamente segura e não há contraindicações, sendo raríssimas as reações associadas à administração da mesma. Em alguns casos – como, por exemplo, em crianças com infecções agudas, com febre acima de 38ºC ou com hipersensibilidade a algum componente da vacina –, recomenda-se que os pais consultem um médico para avaliar se a vacina deve ser aplicada. No cenário global da poliomielite, dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) demonstram que entre os anos de 2011 e 2012, 16 países registraram casos da doença, decorrentes, na sua maioria, de importação do poliovírus selvagem de países endêmicos ou de países que restabeleceram a transmissão (transmissão sustentada por mais de um ano de circulação), a saber: a) países endêmicos: A feganistão, Nigéria e Paquistão; b) países que restabeleceram a transmissão: Angola, Chade e República do Congo c) países com ocorrência de casos devido a importações: Mali, Niger, Gabão, Costa do Marfim, Congo, CAR, China, Guiné, Kenia e Índia (Quadro 1). Descrição da doença : a poliomielite é uma doença infecto contagiosa causada por três tipos de poliovírus. O período de incubação é de 7 a 14 dias para as formas paralíticas, com variações de 3 a 35 dias. O vírus permanece na garganta por uma semana e nas fezes por períodos superiores há duas semanas. A infecção manifesta, ou sob forma inaparente, confere imunidade duradoura (tipo específica). Aproximadamente 90 a 95% das infecções são subclínicas. A forma abortiva ocorre em 4 a 8% dos casos e caracteriza-se por febre, cefaléia, dor de garganta, anorexia, vômitos e dor abdominal; é clinicamente indistinguível de outras infecções virais. A forma meníngea ocorre em 1 a 2% dos casos e apresenta sinais de irritação meníngea juntamente com os mesmos sintoma s da forma abortiva. A forma paralítica ocorre em 0,1 a 1% das infecções por poliovírus. Caracteriza-se por uma paralisia flácida assimétrica, predominantemente em membros inferiores e em grandes grupos musculares. Outras formas raras incluem a poliomielite paralítica bulbar e a polioencefalite. - Notificação do caso: deve ser notificado, imediatamente, ao serviço de vigilância epidemiológica da região: - todo caso de paralisia ou paresia flácida aguda e m pessoas menores de 15 anos independente da hipótese diagnostica; - todo caso de paralisia em pessoas de qualquer ida de , quando há suspeita diagnóstica de poliomielite. - Medidas de controle: são feitas através da vacinação de rotina; vacinação nos Dias Nacionais de Vacinação; vacinação casa a casa quando necessário, além de intensificação da vigilância epidemiológica de paralisias flácidas agudas/poliomielite. LOCAIS DE VACINAÇÃO • Ambulatório de Especialidades e Hospital Dia Dr. Renato Riggio Junior – Av. Visconde de Indaiatuba, nº. 199 – Parque Boa Esperança – Fone: 3875-2122 / 38353765 • UBS II – CECAP – Praça Vital Barnabé, s/nº – Cecap – Fone: 3835-4836 / 38355522. • PSF Parque Residencial Indaiá – Cristiano Selleguin, nº. 139 – Pq. Residencial Indaiá – Fone: 3835-4818. • Ambulatório de Pediatria – Av. Eng. Fabio Roberto Barnabé, – 39352756 • UBS V – Itaici – Rua Amadeu Ernesto Tachinardi, nº. 74 – Itaici – Fone: 3894-7600. • PSF Jd. Oliveira Camargo – Rua Yorico Gonçalves, s/nº – Jd Oliveira Camargo – Fone: 3835-4878. • PSF Jd. Itamaracá – Rua Romário Capóssoli, nº. 86 – Jd Itamaracá – Fone: 3825-2134. • UBS IX – Central – Rua São Carlos, 585 – Vl. Todos os Santos – Fone: 38759368 • UBS X – Vila Brizola – Rua Ângelo Civolani, 164 – Vila Brizola – Fone: 38945375 / 38945345. • PSF Jd. Brasil – Rua Luis Caros Prestes, 305 – Jd. Brasil – Fone: 38356969. • PSF Jd. Carlos Aldrovandi – Rua Ângelo Berteli Neto, nº. 1000 – Jd Carlos Aldrovandi – Fone: 3835-5598. • PSF Parque Corolla – Rua Nelson Nazário (antiga 95), nº. 80 – Jd Morada do Sol – Fone: 38942713. • PSF Jd do Sol – Rua Domingos Casagrande, nº. 107 – Jd do Sol – Fone: 3835-2097 – Enf. Estela

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